Contos eróticos | Primeira vez dando para 4 | Bucetas

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Primeira vez dando para 4

Sou Sofia, tenho 20 anos. Sou baixinha e magra, rosto delicado, e cara de 16. Sempre sonhei em experimentar sexo grupal, mas sempre achei isso uma loucura e achei que nunca teria coragem e oportunidade. Até que viajei para Fortaleza setembro do ano passado com uns amigos e conheci o Julio na praia. O achei muito lindo, e para minha surpresa ele veio falar comigo, saímos por alguns dias mas não transamos, até que um dia conversando com ele deixei escapar que tinha o fetiche de transar com vários homens. A princípio ele ficou surpreso e calado, mas depois disse tinha me achado uma garota gente boa, que realmente não me imaginaria fazendo isso, mas que se eu quisesse ele poderia me dar uma ajuda.
Eu fiquei constrangida e disse que não, até porque não nos conhecíamos direito e que se fizesse isso provavelmente iriam me tratar como uma puta. Ele disse que se eu topasse prometeu que ele e seus amigos iriam com calma comigo e só fariam o que eu estivesse de acordo e a vontade para fazer. Nos despedimos e passei a noite pensando nisso, era uma situação que me excitava bastante, mas tinha receio porque não o conhecia nem os seus amigos. Então resolvi acertar tudo com o Julio, ele disse que seu pai tinha uma casa de praia em uma cidadezinha longe de fortaleza, mas que compensava. Avisei para meus amigos que iria passar uns dias com o Julio em uma casa de praia longe de Fortaleza, dei o telefone dele e o endereço para meus amigos, que não gostaram da ideia. Mas lá fui eu.
Estava muito receosa, ia passar quatro dias com mais três amigos dele, o César, o Cadu e o Jean. Ele perguntou se não tinha mais nenhuma garota para levar, disse que não,  eu não queria que ninguém ficasse sabendo que ia ser uma suruba, queria que o que acontecesse ficasse restrito apenas naquele lugar. Ele disse que tudo bem, mas que a minha boceta ia ficar ardendo meses... rsrs
Já tínhamos combinado que ia ser algo bem livre, sexo a qualquer hora, sem precisar ficar dando rodeios ou esperando para transar. Quando combinei isso com ele confesso que minha buceta tava ardendo de prazer só de pensar, mas no carro indo para lá fiquei muito  arrependida.
Chegamos na casa depois de algumas horas de viagem, acho que a cidade era pequena, simples, a casa também era bem simples e em um lugar bem tranquilo, sem casas perto, mas a praia era em frente quase, bem gostosinho mesmo. Acho que o lugar não recebe muitos turistas, é meio vazio e não tem muita estrutura. Por precaução levei muitas camisinhas e comprei dois lubrificantes. Tinha 3 quartos, um com cama de casal que peguei para mim e outros dois com uma beliche. 
O Julio perguntou se eu queria tomar banho, eu disse que sim. Fui para o banheiro e tranquei a porta, demorei uns 30 minutos. Saí do banheiro vestida. Não tinha caído a fixa que ia trepar com aquele monte de caras. Fui para o quarto e peguei a escova de dente porque estava com um cheiro horrível de molho de cebola na boca, foi quando o César entrou no quarto. Eu fiquei surpresa, não queria trepar naquela hora, estava sem tesão algum. Ele trancou a porta, e veio me perguntando se tinha gostado do lugar, eu disse que sim, ele perguntou se estava tudo bem, eu acenei com a cabeça. Ele foi muito delicado comigo, o que me deixou feliz. Passou a mão pela minha nuca, me deu um beijo, e foi me deitando na cama. Foi tão gostoso, aí sim fiquei com tesão!!! Fui abrindo as pernas, louca para ele por aquela pica na minha boceta, mas ele ainda demorou, tirou minha roupa, ficou me apertando, cheirando. Depois de uns quinze minutos disse que o Julio falou para ir com calma no início, e perguntou se podia amarrar minha mão. Eu fiquei realmente com medo, achei que ele fosse daquele tipo que gostasse de bater, mas ele falou que ia ser tranquilo e que não faria nada que eu não quisesse. 
Com muito custo achamos alguma coisa para servir para amarrar, cortamos um pedaço da corda da cortina. Deitei de bruços, ele sentou na minha bunda, chupou minha nuca e amarrou minha mão na cabeceira. Nesse momento fui a loucura, nunca tinha feito isso. Tava com muito, muito tesão mesmo. Então ele começou a meter em mim, primeiro devagar, depois começou a dar cada socada que eu sentia o pau dele encostar lá no fundo. Eu gemia muito, e rebolava minha bunda, e ele socando, socando, até que tirou para não gozar. Ficamos calados, até que vi alguém tentando abrir a porta, mas não abrimos, trepamos mais uns vinte minutos. 
Depois pedi para pegar um pouco de água, quando ele foi para a cozinha ouvi ele discutindo com o Jean porque havia trancado a porta, ele voltou muito puto, disse que o Julio e o Cadu tinham ido ao supermercado comprar mantimentos e que não tinha água na casa. Eu perguntei o que tinha acontecido e ele disse que o Jean ficou com muita raiva porque a porta do quarto estava trancada. Cheguei ficar com friozinho na barriga, mas disse que queria continuar trepando, e que podia deixar a porta aberta caso o Jean quisesse vir, porque ele estava no banho. Quando ele saiu, viu a porta aberta, e eu gemendo muito, caralho, que foda boa. Para minha surpresa veio todo molhado, sem nem enxugar na toalha, eu estava de quatro e ainda amarrada. Ele subiu na cama e pôs o cacete na minha boca, puta que pariu, que pau gostoso. Mas queria os dois me fodendo, pedi para o César meter no meu rabinho e o Jean na minha boceta. De início doeu porque eu esqueci de pedir para passar o lubrificante, o pau do César foi entrando e eu sentia meu cuzinho piscando. Ficamos assim uns 5 minutos até o resto do pessoal chegar. Eles dois foram para o quarto e viram aquela cena, a minha cara acho que era impagável. Eles pediram para continuar na sala. 
Não vou contar tudo que aconteceu porque se não vai ficar muito grande. Mas na sala eu fiquei deitada no tapete e colocamos os filmes, fizemos um rodízio muito delicioso, mas dessa vez cada um me fodeu de cada vez no chão. Mesmo já tendo gozado foi gostoso. 
Tive que tomar outro banho. Depois disso ainda trepamos mais, confesso que algumas vezes estava sem vontade e ficava irritada, parecia as vezes que eu era um objeto, transei com o Jean encostado na geladeira, depois o Carlos ficou encostado na porta esperando o Jean gozar, então ele veio meio bruto e me colocou no chão pelo cabelo, fiquei puta com isso. Segurou meu pescoço e me fodeu uma meia hora em cima de mim sem trocar de posição. Então ele disse que queria que eu desse para  ele na frente do pessoal que estava conversando na varanda. Fui achando ruim, chegando lá, ele sentou no banco e pediu para eu sentar no pau dele, ele dava muitos tapas na minha bunda, me chamava de gostosa, e repetiu umas mil vezes que ia gozar todo dia na minha boceta. O Julio então ficou passando as mãos nos meus peitos e disse no meu ouvido "Quer dizer que a putinha quer dar pra 4? Sua boceta vai arder de tanta pica. Vi que gosta de brinquedinhos, vou buscar os meus". Foi no carro e pegou uma sacola. Quando vi ele tirando um bando de treco para usar em mim saí do pau do Jean e disse que não queria nada que machucasse, ele então disse que não era nada demais e que eu também ia curtir, que era para ficar diferente. Ele pegou uma algema com uns frufrus rosas, não sei o nome disso, pôs em mim. depois pegou uma bolinha com uma amarra e pôs na minha boca. Primeiro eu fiquei de pé apoiada na janela, empinando a bunda, nem vi quem me fodeu primeiro, mas levei tanta chupada, só meus peitos ficaram com 4 marcas de chupão, no outro dia tinha muitaa marca mesmo! 
O Cadu, que eu pensei q fosse o mais tímido, falou que queria me foder na praia, tiramos as algemas, eu só joguei um vestido por cima, sem biquini, e fomos a pé só eu, ele e o Jean, era já uns 6 e meia, tava escuro e a praia era sem iluminação, um pouco mal cuidada, mas não tinha ninguém. Ele pediu para eu deitar virada para cima, eu deitei, ele sentou quase que em cima do meu rosto e colocou o pau na minha boca, eu engasgava toda hora. Nisso o Jean enfiava alguma coisa no meu rabinho, depois começou a meter gostoso. Nunca gemi tanto, pedia pica, falava que queria que me fodessem o dia todo. Depois fiquei de quatro, e os dois ficaram passando os dedinhos na minha boceta, isso foi me deixando com um tesão louco, queria muito um pau me fodendo, ficava dizendo "me fode por favor, mete na minha bucetinha, mete, mete, por favor". Esquecemos as camisinhas, a essas alturas os dois meteram até gozar.  
O que passamos naqueles quatro dias foi algo muito louco e muito prazeroso que talvez eu nunca mais vá viver. Dei muito, me soltei, fui uma putinha mesmo, acabei fazendo tudo que eles queriam, teve uma madrugada que acordei com alguém me fodendo e nem sabia quem, e depois me foderam mais duas vezes. O lençol ficou um nojo. Fizemos muita dupla penetração, no último dia falei que não queria mais, porque dei tanto o rabo que sangrou um pouco. 
O Jean era meio bruto, mas uma das transas que eu mais gostei foi quando ele chegou na minha cama de manhã, eu ainda estava dormindo, me puxou da cama e eu ainda sem entender, abriu a porta da casa me colocou de quatro, sem tirar minha blusa e minha calcinha, só puxou ela para o lado e meteu muito na varanda. Dava vontade até de rir, parecia um cavalo comendo uma água, ele socava bem fundo, meu joelho doendo de ficar apoiada no cimento, e dizia "pensou que eu não ia te comer sozinho, essa boceta agora é minha." Eu apertava minha bocetinha para ficar mais gostoso e toda vez e eu fazia isso ele urrava. Até que me deitou e veio me comendo por trás, mas ele metia tão rápido que ficava me esfregando no chão. Segurava minha cabeça com as duas mãos e balançava. 
Depois disso voltei para Fortaleza, não fui mais a praia de biquini porque estava muito marcada, nem trocava de roupa na frente de ninguém. Inventei para minhas amigas que estava naqueles dias e não poderia entrar na água. Depois disso o Julio pediu meu nome todo e disse que ia me adicionar no face, mas inventei outro sobrenome e espero que ele nunca me encontre. Foi muito bom, mas acabou lá. 

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