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Taxista Perde de Comer Minha Mulher

O Taxista que Perdeu de Comer Minha Mulher



Por motivos profissionais, utilizo o serviço de táxi eventualmente. É algo que facilita a vida, não me preocupo com estacionamento e por aí vai. Com o tempo você vai até fazendo amizade com o motorista. Foi o que aconteceu com aquele que chamarei de Silva. Gente boa, bem falante, com uma semelhança física comigo que chamava a atenção, sempre falando de mulher. Eu mais voltado para casa, ele, mais cara-de-pau, aproveitando a vida. Na época, andava de caso com uma guria de uns 19 anos, ainda inexperiente nas coisas do amor. ?Nem chupar ela sabe? - se queixava ele. ?Talvez nem goste? - se lamentava.

?Um dia desses vou trazer umas fotos de uma mulher que adora chupar. Delira quando gozo na boca dela. Você vai ver que buceta linda e que baita par de coxas?. ? ?Ah, é? E que mulher é essa?, perguntou o Silva, todo empolgado. ?A minha?, eu respondi.

Por alguns segundos, o silêncio foi total. Depois, meio que desconfiado, disse ele: ?tá me gozando, né??. Até ali, só ele tinha falado da menina com quem vivia. De minha mulher, eu nunca tinha dito uma palavra sequer, e, de repente, lá estou eu prometendo fotos dela pelada. ?Só porque ela tem aquele jeito discreto não quer dizer que ela não seja uma puta, como toda boa mulher deve ser. Ou por acaso, você pensa que ela não chupa, não goza, não chora com um pau no meio das coxas??. E para provar, contei que o nosso namoro foi todo passado na sala da casa dela, com os familiares na cozinha, e ela deitada no meu colo, no sofá, chupando, lambendo e beijando meu pau. Eu comia ela de pé, junto à janela. Ou no quarto dela, também de pé, junto à estante. Estava sempre usando um calçãozinho esportivo que me dava o maior tesão. Brotavam dele aquelas coxas lindas, firmes e bem torneadas que ela tem até hoje. Não usava calcinha, é claro. Era só afastar o short e penetrar naquela bucetinha quente e apertadinha dela. A suavidade de sua pele morena e cheirosa era de enlouquecer. A bucetinha sempre teve um suave e inebriante cheiro de sexo. Sem querer contar vantagem, ela sempre foi muito tesuda. Só que nunca deu pra ninguém, além de mim. Um desperdício. O máximo que tinha acontecido fora com o namorado anterior, que bateu uma punheta no mesmo sofá em que ela me chupava e deu um banho de porra nela. Ele batendo a punheta e ela, obediente como sempre foi, beijando o pau dele. De repente, a explosão de porra. Ela teve que correr para o banheiro para virar a blusa que usava. Anos depois, me mostrou a marca que o esperma tinha deixado em sua blusinha azul. Foi isso e mais nada.

No começo de nossa relação, eu fazia o papel lamentável do cara ciumento. Pura insegurança. Mas a medida que os anos passaram, e o com o assunto dos swingers começando a tomar conta da imaginação de todo mundo, é que me dei conta de que não havia problema nenhum em ser corno. Pelo contrário, o tesão se multiplica quando fantasiamos com nossa mulher, bem puta, sendo comida por outros.

Com o meu incentivo, ela passou a usar uma saia de couro bem curtinha nas baladas que freqüentávamos. Garanto que muitos componentes de nossa equipe, todos muito jovens, gastaram muita porra em homenagem àquelas coxas fantásticas. ?Distraídamente?, ela dava umas cruzadas de perna, enquanto eu ficava atento à reação da gurizada. Era cômico eles tentando disfarçar os olhares gulosos para aquelas coxas.

Enfim, já estou divagando de pura tesão.

Voltando ao Silva, levei as tais fotos. Numa delas, a mais explícita, eu tirei com ela de pé, e a máquina no meio de suas pernas, mostrando toda a beleza daquele bucetão que eu tanto comi. Era hora de outro comer. Por que não o Silva?

?E, aí? Gostou?? ? ?Cara, que coxas e que buceta!? ? ?Isso não é nada. Você tem que provar a boquinha de veludo que ela tem?, falei descontraídamente. ?Eu adoraria provar, se pudesse?, falou ele, apressado.

- E até pode, falei. Mas, ela tem que se interessar por você, senão nada feito. Falar bem de você, eu falo. Mas na próxima vez que for me buscar, desça do carro para que ela possa te ver, mesmo que de longe.

Na semana seguinte, lá estava ele, lépido e faceiro, descendo do carro. Com um toque de malícia e expectativa, dirigiu o olhar para o primeiro andar, onde, do parapeito, ela ficava satisfeita com o que via. E ele pela primeira vez tinha um contato visual com ela. Beirando os cinqüenta anos, claro que não tinha o tipo físico de uma modelo. Mas é uma morena atraente, principalmente quando se produz um pouco mais do que o costume. Coxas firmes, com a firmeza que a genética dá, pele lisa e aveludada. Um jeito simples de ser que é o seu encanto.

O cara simplesmente não acreditou quando eu disse que ela gostara dele e daria pra ele sem problema nenhum. ?Vai ser o primeiro depois de mim, a comer essa mulher. Vê se come direito?, avisei. ?Se não for gozação pra cima de mim, eu vou chupar aquela buceta linda horas e horas. Pergunta pra ela, se gostaria de ser chupada?. ? ?Pergunta boba, claro que ela vai querer. E mais ainda, te prepara que a coisa que ela mais gosta na vida é ter um pau na boca. E porra, adora porra. Só não vai tomar a tua para se preservar. Mas na hora de gozar, pode tirar a camisinha e dar um banho de porra nela, que ela vai adorar?.

Nunca vi o Silva tão nervoso. Seu grande medo era fazer fiasco por ser excessivamente tímido. ?É dos tímidos, mas safados, que ela gosta?, procurei acalmar o homem. E a partir daí, toda semana o assunto dele era um só: a gostosa da minha mulher. Enquanto não chegava o dia de comê-la, ele se deliciava com a foto que me pedira de presente. Era estranho ouvir aquele cara de quase cinqüenta anos, contando que vivia batendo punheta com a foto de minha mulher. Era estranho, mas eu gostava. Dava tesão ver outro homem desejando a esposa da gente.

Quando eu contei o que ela dissera, sabendo das punhetas, ele enlouqueceu: ?diga pro Silva que acho isso um desperdício. Quero essa porra na minha buceta?.

Mas não era só o Silva que tirava proveito daquela história. Eu também chegava a ficar trêmulo de tesão, comendo a minha ?quase puta?, quando ela falava daquele jeito. Adorava o seu entusiasmo quando ouvia que o motorista queria passar horas chupando sua buceta.

A tesão aumentava quando começamos a combinar de levá-la para um drive-in, onde seria finalmente comida por ele. Já estava planejando deixá-la com ele uma vez por semana. Eles sairiam, foderiam à vontade enquanto eu trabalhava. Ele a traria de volta e eu daria um trato nela quando chegasse em casa.Era maravilhoso... Um sonho se realizando.

Só que nada aconteceu. Talvez tenha sido culpa minha não ter sido mais incisivo na história. Tivesse levado ela junto numa noite daquelas, mandando os dois ?tomar uma cerveja? enquanto eu trabalhava, as coisas teriam sido diferentes. Ao invés disso, fiquei marcando para as noites de sexta-feira, quando íamos para uma balada toda semana.

Ela se depilava, botava uma lingerie sensualíssima, botava Chanel n.o 5 nos pentelhos (naquela época não se depilava tanto quanto agora). Louca pra dar. E eu louco pra saber que tinha sido comida. Era uma noivinha à espera de seu comedor. Que nunca veio. Tímido, não tinha coragem de chegar sozinho. Quando me dei conta de que se eu não forçasse a apresentação dos dois, nada aconteceria, a coisa tinha esfriado. Ela perdia o interesse e ele achava que tinha sido rejeitado. O cara simplesmente sumiu durante um bom tempo. Reapareceu e sumiu de novo. Desta vez, para sempre. Inesperadamente, se foi sem realizar sua ?fantasia maior?, como ele dizia: comer a minha morena.

Uma pena, ele teria comido uma buceta acima do padrão das que comera toda a vida. Ela perdeu a experiência que poderia servir de estímulo para entrar no mundo do swing, o meu sonho. E eu deixei de viver a emoção que tantos vivem nos dias de hoje: ter em casa uma dama e uma puta, bem puta, numa só mulher. Discrição e buceta gulosa, duas qualidades que fazem uma grande mulher, no meu modo de ver. Ela tem isso e muito mais. Só está faltando o detalhezinho: dar para os outros. Uma puta completa. Às vezes, até se entusiasma um pouco, mas logo desiste, sofrendo com a baixa auto-estima. Um pouco acima do peso, com algumas marcas das vezes em que ficou grávida, não se acha em condições de atrair ninguém. Está enganada. Coxuda como sempre, tem uma buceta que fica encharcada na hora do sexo. Continua tesuda e gostando de piça. Nem sinal de menopausa, já tendo passado dos cinqüenta anos. Uma loba de boca gulosa... Eu vivo dizendo: ?o dia em que alguém te comer, vai querer repetir?, mas ela não acredita.

Agora, um ?golfinho? tem mantido contato e diz que gostaria de come-la. Ficou empolgado com as fotos que viu num perfil dela que fiz há uns dois anos e pediu mais algumas. Estou tentando convence-la a tirar essas fotos novas. Se ela topar, quem sabe seja agora. Quando mostrei as fotos dele, no seu perfil, ela, aparentemente, gostou. Pelo menos, pediu que não as deletasse.

Será?...

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