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Dei pro empregado do meu Marido

Trair meu marido com o empregado dele .





Meu nome é Vera e sou casada com o Jota, dono de um mercadinho local. Eu e meu marido temos uma relação aberta somos bem liberais, adeptos do swing e menage, curtimos sexo em todo seu explendor sem falsos pudores ou preconceitos, portanto aqui não foi bem uma traição. Sou uma mulher feliz, dona de casa, loira, , e com a pele branquinha, típica descendente de alemães com seios fartos de bicos pontiagudos e mamilos rosados, coxas grossas e bem torneadas bundinha arrebitada, xoxotinha de lábios inchadinhos uma vasta cabeleira pubiana de pêlos loiros sedosos emoldurando-a. O Jota adora me vê sento devorada, comida, fodida por outro macho pauzudo principalmente negão.Certa manhã de sábado, já perto da hora do almoço, ele ligou avisando-me que após fechar o mercadinho, iria levar o Claudinho, um dos seus funcionários, para almoçar em nossa casa fez uma observação pra eu presta atenção que o convidado tinha algo muito especial. Não me surpreendi, pois o Jota vivia fazendo isso, levando seus empregados pra almoçar em casa. Como iríamos ao shopping depois do almoço, adiantei e tomei um banho passei creminho no corpo todo me perfumei, coloquei uma calcinha branca fio dental um tubinho preto justinho que fazia conjuntinho com um par de sandália salto alto também pretos e aguardei a chegada de ambos. Na hora combinada meu marido chegou junto com seu funcionário. Claudinho era um dos garotos de rua que meu marido empregara no mercadinho. Claudinho era um pretinho alto e muito magrinho, parecendo uma vara de bambu devia ter uns 16 pra 17a. Vestia uma camisetinha branca surrada, chinelos havaianas e um shortinho larguinho de pano também branquinho, quando olhei me perguntei: O que teria de especial aquele negrinho magrelo? Em nada chamaria a minha atenção, entretanto, meus olhos fixaram-se no meio das coxas do garoto, pois pela falta de cueca podia percebar o volume blançando solto no short..não...não podia ser isso! eu devia estar enganada...um gatoro magrinho daquele não podia ter uma pau daquele tamanho, eu devia ta imaginando coisa, ou era isso que ele tinha de especial?... Jota sentou a mesa e convidou Claudinho para sentar ao lado dele, enquanto eu iria colocar a comida. Fui para a cozinha com a cabeça intrigada, e sem esperar, senti um umedecimento entre as minhas coxas a xotinha tava me traindo. Esperei um pouco, me recompus, e voltei à sala, tomando assento. enquanto comíamos, Jota e Claudinho conversavam sobre o trabalho. Eu não conseguia pensar em outra coisa que não o que eu tinha visto junto à coxa do garoto! e o pior... quando as coisas tem que acontecer...acontecem mesmo! Tínhamos uma gatinha linda que sempre bebia seu leitinho debaixo da mesa, e sempre enquanto fazíamos nossas refeições. Era tão mimada que só alimentava-se na companhia de um de nós dois, observando-a. a gatinha começou a miar incessantemente e Jota, desejoso de terminar a conversa, pediu pra eu acompanhá-la: querida, pode fazer o favor de cuidar da gatinha? só pra eu dar atenção para o Claudinho...na janta fica sendo minha vez, deu uma piscadinha safada pra mim. Jota inclusive começou a explicar ao Claudinho a mania mimada da gata. Minha curiosidade chegaria ao fim! mais que depressa fui para baixo da mesa. Tínhamos uma mesa alta e larga, quadrada, para seis pessoas com a toelha caindo até perto do chão. Como éramos apenas eu e o Jota, colocávamos apenas quatro cadeiras para ficar bastante espaçosa. Ajoelhei-me debaixo da mesa, e enquanto a gatinha começava a beber o leite no pratinho, olhei para as pernas do Claudinho. Fiquei estarrecida! sentado, naturalmente, seu short havia subido pro alto das coxas, ficando quase que juntinho da própria cintura. Pela abertura da perna esquerda do short saia a metade da piroca preta com a cabeça roxa de quase um palmo de tamanho! Apesar de mole, já era quase da grossura de um rolinho de papel higiênico. E isso era só o começo. Pela abertura direita do short dava pra vê um saco preto com duas bolas enormes! por entre a pirocona e as bolas, apenas o fio branquinho da divisória do short. Amava meu marido de todo o coração, mas mulher nenhuma resistiria àquela visão! Minha buceta encharcou na hora, palpitando de desejo imaginando as dimensões daquela rola quando estivesse totalmente dura. Mole já era do tamanho do pau do Jota. Não sei como tomei coragem, mas quando me dei conta, já estava com o rosto pertinho daquela vara vagarosamente, juntei meus lábios grossos naquele cogumelo roxo. Senti o corpo do Claudinho tremer todo devido a surpresa, mas não tirei os lábios da piroca. Jota deve ter visto a reação de Claudinho, pois perguntou se estava tudo bem com ele. Claudinho falou que sim, que de vez em quando tinha uns tremores, mas que era normal e já estava tudo bem. Esperei um pouquinho para Claudinho entender o que estava acontecendo...e não precisei demorar muito ele abriu as pernas facilitando meu trabalho. Senti o pau dele inchar rapidamente na minha boca tomando uma grossura assustadora. Sem sair do lugar, senti minha boca ficar totalmente escancarada pelo diâmetro daquele pênis preto, e percebi quando a glande roxa bateu no fundo da minha garganta. Parecia um braço dentro da minha boca! Mas eu não podia perder tempo. A gatinha já estava quase terminando seu pratinho e eu comecei a sugar com força o tronco preto com cheiro forte de urina, aquilo em vez de me da mojo me deu foi mais tesão sentia minha bucetinha latejar melando a calcinha. Engolia a piroca até onde minha garganta permitia, movimentando a cabeça num frenético vai-e-vém. eu podia sentir as veias do pênis pulsando no céu da minha boca de tanto tesão. Tirei o pau da boca, e fui para as bolas que saíam pela outra abertura do short. Tentei engolir as duas, mas eram muito grandes. Então enfiei apenas uma das bolas inchadas na boca. Que delícia! eram do tamanho de um ovo jumbo! suguei cada uma delas com vontade, dominada pelo tesão do proibido. Chupava uma, depois outra, e finalmente lambia o saco por entre as bolas. A piroca do garoto pulsava de prazer, quase que batendo em sua barriga. a gatinha já havia terminado seu pratinho de leite. Dominada pelo tesão, resolvi fazer uma loucura! Com uma das bolas de Claudinho ainda dentro da boca, com uma mão comecei a punhetar vigorosamente o pênis colosal, enquanto com a outra segurava o potinho de leite da gatinha na direção da pica. coitado...nem imagino o esforço que o pobre garotinho devia estar fazendo pra se controlar lá em cima, na frente do Jota ah eu daria tudo pra vê a cara dele nesse instante. E como eu previa, Claudinho não agüentou muito tempo. Os jatos de porra grossa atingiram com violência o potinho, misturando-se ao restinho de leite da gatinha. Claudinho ejaculou quase cinco esguichos, todos bem fartos, quando finalmente senti seu pau amolecer levemente em minha mão. Forcei a pele da piroca da base até a cabeça da pica, fazendo surgir uma gota grossa na ponta da glande roxa. Suguei com vigor, sentindo aquele gosto salgadinho de porra. Minha loucura não havia nem começado. Eu não sabia o que estava acontecendo comigo mesma! Saí de baixo da mesa com o resto em brasa e tremula sentei novamente ao lado do meu marido. Marcos olhou pro potinho e disse: amor, a gatinha não quis tomar todo leitinho? Era o que eu estava esperando. Virei todo o potinho no copo vazio a minha frente e falei pro meu marido: pois é, querido...não sei o que houve. mas, se ela não quer, eu bem que estou precisando...melhor tomar que jogar fora. comecei a sorver cada gota de porra misturada com leite dentro do copo. Vi os olhos safados do Claudinho brilhando, desconfiado do que estava acontecendo. Meu marido reclamou, dizendo que não era higiênico fazer aquilo, mesmo sendo nossa gatinha muito bem tratada, mas nem desconfiou que a esposa dele havia bebido todo esperma do pretinho ou será que ele sabia? Acho que ali só o garoto não desconfiava que tinha sido leva pra comer e ser comido. O efeito que eu desejava concretizou-se. Por baixo da mesa, retirei uma sandalia e fui com a perna esticada até o interior das coxas de Claudinho. Não me decepcionei. Senti com a ponta dos dedos que o godizilla preto já estava novamente duro como um poste de concreto! Apenas pisquei para Claudinho e calcei novamente o saltinho. Levantei e comecei a juntar os pratos, e falei pro Marcos: querido, é melhor você apressar-se e tomar logo seu banho. Você prometeu que iríamos fazer compras agora à tarde. Vou tirando a mesa enquanto você toma banho, amor. Eu sabia que Jota adorava tomar banho. Costumava demorar debaixo d?água. Marcos levou Claudinho pra sala e colocou um dvd de música. Enquanto eu lavava rapidamente a louça, ouvi quando Jota disse que Claudinho podia ficar assistindo o musical até a hora de sairmos, quando pegaria uma carona pra casa. Passaram-se alguns segundos de silêncio e ouvi o trinco da porta do banheiro travando. Alguns segundos depois, o barulho da ducha forte caindo. Enquanto lavava o último prato, meu corpo tremia de excitação, sem saber o que deveria exatamente fazer! Foi quando ouvi um barulho na porta da cozinha. olhei pra trás e vi Claudinho, com o shorte arriado até o joelho, com a pirocona preta ereta. Magrinho, seu pau parecia uma terceira perna, apontando na direção da minha bunda. Fiquei imóvel e supreendida pela ousadia do garoto, sem saber o que fazer. Embaixo da mesa, não tive que olhar nos olhos de ninguém. Ali, fiquei imobilizada de vergonha. Claudinho veio até mim. seu pau chegou primeiro, pressionando o tecido do meu vestido de tubinho pra dentro das minhas nádegas. Suas mãos levantaram meu vestido justinho até a cintura, mostrando minha bundinha branca e empinada com a tanguinha enfiada no rego. Por reflexo, abri ligeiramente minhas pernas e dobrei levemente os joelhos apoiando as mãos nas bordas da pia. Claudinho então encostou seu corpo magro em minhas costas e eu senti aquele tronco preto por entre as coxas. Minha buceta respingava de tesão! A piroca de Claudinho, de tão grande, passava por entre minhas coxas e saía na frente da minha xereca. Como uma louca, ainda de costas pra ele, agarrei a cabeça da rola com as duas mãos e comecei a esfregar a xereca por cima do pau dele. Minha bunda batia em sua barriga e voltava, esfregando cada centímetro do pau roxo, que já pingava o caldo gozado que saía da minha vagina. Eu não podia esperar mais! Já com a parte de baixo do meu vestidinho erguida acima do quadril, virei de frente pra ele e abaixei a parte de cima do meu tubinho até a cintura, transformando meu vestidinho em um cinto, e retirando a calcinha branca fio dental ficando totalmente pelada, só de saltinho alto. Meus seios fartos e rosados pularam na cara do pretinho, fazendo seus olhos gulosos brilharem de satisfação. Acho que ele nunca havia visto seios tão fartos e cheirosos como os meus ou qualquer outro par de seios assim diante dos seus olhos. Agarrou um dos meus peitões com as duas mãos e começou a mamar sofregamente, sugando meu mamilo pontudo e duro. Eu gemia de prazer, sem conseguir me controlar! Claudinho sugava com força cada um dos meus seios, como se fosse a única chance de trepar com alguém no mundo. Mas eu queria mais! estava totalmente emputecida de prazer! Já não ligava mais para não fazer barulho. Queria era gozar de forma avassaladora! sentei em cima da pia da cozinha e escancarei as coxas: vem seu filho da puta! agora é sua vez de chupar esta buceta molhada, pretinho safado! arranca gozo desta piranha, me chupa até gozar! Claudinho caiu de cara na minha xereca rosa e começou a chupar com força minha xoxota, com as duas mãos abriu os lábios dela expondo o grelo rosado, que tomou inteiro na boca me levando ao delirio. Eu gemia forte, sentindo a língua grossa daquele pretinho fudendo minha buceta com violência. Cruzei as coxas em volta de sua cabeça e fodi com força a cara dele com minha buceta encharcada. fodi umas cinco vezes a cara dele e gozei puxando os cabelos pixain e espirrando jatos fortes! A cara do Claudinho ficou totalmente melada, com gozo pingando pelo nariz , boca e queixo. Meu corpo ficou mole e caí desfalecida encima da pia. Nunca tinha gozado tão forte em toda minha vida. Esperei alguns segundos para me recuperar. O barulho da ducha no banheiro ainda continuava, mostrando que meu inocente maridinho nada havia percebido se bem que no fundo ela sabia que eu ai foder com aquele neguinho tenho absoluta certeza que ele o levou pensando nisso. Claudinho enxugava o rosto na toalha de mesa. Olhei para sua piroca. Havia quase que dobrado de grossura e tamanho depois do meu gozo em sua cara. não sabia se iria agüentar, mas tinha que saciar aquele pauzão preto. Mandei Claudinho deitar no tapete de crochê da cozinha e segurar a piroca apontando pro alto. Com as mãos segurando meus seios fartos, me coloquei por cima dele e fui agachando de cócoras lentamente. Eu podia ver os olhos do garoto brilhando de excitação, vendo minha bucetinha rosa abrir lentamente, enquanto me agachava, com meus pentelhinhos loiros desalinhados por cima da xereca. Não precisei agachar muito pra sentir a ponta do pau encostar na buceta. por alguns segundos, fiquei dando beijinhos na glande roxa com minha xerequinha molhada, levando Claudinho à loucura do prazer. Então, de uma só vez, vagarosamente, mas sem parar, fui abaixando e atolando todo aquele mostro grosso dentro de mim. Fui literalmente arrombada. Quando sentei totalmente naquele caralho, senti as bolas inchadas baterem nos lábios da minha buceta, e a cabeça do pau parecia que havia chegado até o meu útero! Estava louca de prazer novamente! comecei a rebolar freneticamente em cima da piroca, sentindo o pau grosso arregaçando totalmente minha buceta. eu gemia...chorava...totalmente puta! vem, neguinho! vem! fode esta bucetacetinha fode! arromba a xereca da sua puta! mete a pirocona na mulher daquele corno! vai, filho da puta! pirocudo! arromba a patroa, vai, fode a mulher do teu chefe, caralho! Claudinho, mesmo dominado pelo tesão, sentiu o volume exagerado da minha voz. madame...fala mais baixinho...por favor...o patrão tá no banheiro. por favor...fala mais baixinho, dona Vera. Mas eu não conseguia mais me controlar. Havia liberado totalmente a piranha que existia dentro de mim! foda-se ele, tesão! aquele corno merece, porra! vai, não pára, arromba a minha buceta toda! atola a piroca, atola, safado! Claudinho não agüentava mais a minha coça de buceta e começou a implorar: caralho dona Vera...pára senão eu vou gozar...acho que vou gozar... meu tesão só aumentou! Comecei a rebolar mais rápido ainda, arrastando toda a xereca na pélvis do garoto, até que senti sua piroca inchar e explodir dentro da minha buceta. A porra era tanta que enquanto eu continuava rebolando, o esperma escorria por entre minhas coxas misturando-se aos pentelhos crespos de Claudinho. Aquilo tudo me levou ao auge do tesão. Era minha vez novamente! Claudinho já estava todo mole no chão, totalmente exausto, mas sua piroca gorda ainda estava semi-rígida dentro da minha buceta gozada. Pedi pro pobrezinho arreganhar bem as bandas da minha bunda macia, pra sentir bem o pau todo atolado na minha buceta escancarada, e comecei a subir e descer com violência, cada vez aumentando mais a velocidade. O barulho do chuveiro no banheiro já havia parado há alguns minutos e eu já sabia o que ia acontecer. Meu corpo todo tremia delirando de prazer...e eu segurando...segurando...até que Jota apareceu na porta da cozinha só de toalha. Seus olhos ficaram arregalados com a cena. Sua esposinha querida, de cócoras, peladinha, com a buceta escancarada, fudendo com força o caralhão preto do seu funcionário. Meus olhos, quase que totalmente cerrados de prazer, mostravam ao Jota o quanto eu estava gostando daquela pica. Juntei minhas últimas forças e ainda consegui balbuciar: esta gozadinha é pra você, corninho... aaah... aaaahh...aaaaaaaahhh...aaaaaaaaaaaaahhhh! Arremeti a buceta com força no caralho preto e gozei com violência! Atolei a piroca na xereca mais umas cinco vezes e caí desfalecida ao lado de Claudinho. Meu marido com um sorriso sacana nos lábios se retirou sem que o negrinho o visse já que ele tava de costas pra porta, o Claudinho com o pau ainda inchado e brilhando pelo suco do meu goze e sua porra foi até a sala, colocou sua roupinha, pediu desculpas e saiu de nossa casa sem se despedir do Jota. Eu continuei caída, com a buceta escancarada, com o caldo do meu gozo misturado com o do garoto escorrendo pelas coxas e sujando todo o chão da cozinha,o corninho veio e passou a mão na buceta, enfio o dedo ne fenda melada dizendo nossa tua buceta ta toda arrombada, você deve te gozado muito na pica do neguinho heim sua vadia. A noite quando o Jota meteu o pênis eu sentia a folga que ficava na buceta, lembrava do cacetão de Claudinho, o que fazia com que eu fechasse os olhos, começasse a rebolar mais rápido e gozar com intensidade. Acho que meu marido sabia que estava acontecendo que eu tava gozando imaginando espetada no pauzão preto do negrinho, assim conversamos, e conbinamos que iria manda o negrinho entregar umas coisas em casa toda tarde pra eu esperasse ele só de camizolinha já sem calcinha mas com uma condição: De medir e tirar umas foto do pau dele plenamente duro e conta toda a foda com todos os detales pra ele a noite de tudo que fiz, de como mamei de como dei de quatro como uma putinha se bati com o pau na cara , cheguei a gravar meus urros de tesão e gozo na pica preta no celular pra ele ouvi a noite Mas ai já é uma outro história de como passei a foder toda tarde com o negrinho com o consentimento do meu doce corninho só não dei o cuzinho pra ele pois seu pau era muito grosso pra mim entre outros prazeres que tive com ele o de descobrir que fui eu quem disvirginei aquele negrinho pauzudo foi sem duvida uma grande satisfação.

Mas o garoto nem imaginava que o patrão dele sabia de tudo, que era colivente com aquela putaria, e assim me satisfiz por meses com aquele pauzão colosal, até que meu marido resolveu vendar o mercadinho e partir pra outra atividade empresarial mudamos de endereço e nunca mais vi aquele negrinho gostoso e pauzudo ah que saudade daquele pau....

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29/01/2012 | 115688 visitas

 
 
 
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